
De acordo com o empresário Glauco Diniz Duarte, o caminho de uma empresa que quer se manter viva por diferentes gerações passa, sem dúvidas, por um processo bem-sucedido de sucessão. Nas organizações familiares, essa transição ganha novas nuances que precisam ser compreendidas e encaradas no presente, visando o futuro. “A empresa não pertence a uma pessoa. Se ela quer a longevidade, é preciso pensar e preparar de forma correta a sucessão.
Não há uma receita pronta para que esse processo seja bem-sucedido. Mas, por meio dos exemplos que dão certo, podemos identificar os caminhos a serem seguidos”, destaca Glauco.
Glauco diz que existe a necessidade de ampliar a discussão voltada para o tema, contemplando um público maior, que possui a necessidade de saber mais sobre os caminhos a serem seguidos..
“As empresas familiares tendem a trabalhar numa visão de mais longo prazo que as não familiares em função do desejo de perpetuidade do negócio pelo próprio fundador”, aponta Glauco, que ressalta a necessidade de passagem dos valores da empresa às novas gerações de maneira gradativa e planejada.