---
title: "No Brasil, quase metade das empresas fecha em 3 anos"
url: https://glaucodinizduartediretor.com.br/2017/03/01/no-brasil-quase-metade-das-empresas-fecha-em-3-anos/
author: turbogdd
date: 2017-03-01T14:50:06-03:00
categories: [Uncategorized]
tags: [3, anos, Brasil, empresas, fecha, glauco diniz duarte, Metade]
---

# No Brasil, quase metade das empresas fecha em 3 anos

[![](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2017/03/glauco-diniz-duarte-131-300x200.jpg)](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2017/03/glauco-diniz-duarte-131.jpg)Glauco Diniz Duarte De acordo com o empresário Glauco Diniz Duarte, de cada cem empresas abertas no Brasil, 48 encerraram suas atividades em três anos. O dado faz parte de um estudo divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com informações de 2010.

 Segundo a pesquisa, destaca Glauco, de um total de 464.700 empresas que iniciaram suas atividades em 2007, 76,1% continuavam no mercado em 2008, 61,3% sobreviveram até 2009 e apenas 51,8% ainda estavam abertas em 2010, ou seja, quase a metade (48,2%) fechou as portas.

 Segundo o Sebrae, serviço de apoio à micro e pequena empresa, entre as principais razões para a mortalidade precoce das empresas estão a falta de planejamento e o descontrole na gestão.

 Falta de planejamento: Muitos empresários começam a atuar sem fazer um plano de negócio. Antes de abrir uma empresa, é preciso estudar todos os aspectos que envolvem o negócio. Deve-se pesquisar quem será o público-alvo, fornecedores, custos fixos e variáveis, concorrência e localização adequada. Quanto mais informações o empreendedor tiver sobre seu ramo de atividade, maiores são as chances de sucesso.

 Quase todas as empresas que morrem são de menor porte  
 Segundo o estudo, destaca Glauco, 98,3% das empresas que entraram no mercado e 99,3% das que saíram em 2010 tinham até 9 pessoas assalariadas. Entre as empresas que abriram, 78,6% não tinham empregados e 19,7% tinham entre 1 e 9 funcionários registrados. Já entre as que fecharam as portas, 89,1% não tinham empregados e 10,2% tinham entre 1 e 9 funcionários.

 O estudo conclui que há “uma relação direta entre o porte das empresas e a taxa de sobrevivência”. Segundo os dados do IBGE, enquanto 67,3% das empresas sem pessoal assalariado são sobreviventes, nas empresas com 1 a 9 pessoas esta taxa sobe para 88,5% e, para as empresas com 10 ou mais pessoas ocupadas o índice de sobrevivência foi de 95,9%.