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title: "Governança para sucessão em empresas familiares"
url: https://glaucodinizduartediretor.com.br/2016/11/11/governanca-para-sucessao-em-empresas-familiares/
author: turbogdd
date: 2016-11-11T13:46:46-03:00
categories: [Uncategorized]
tags: [empresas, familiares, glauco diniz duarte, Governança, sucessão]
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# Governança para sucessão em empresas familiares

[![Glauco Diniz Duarte](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/11/glauco-diniz-duarte-100-300x200.jpg)](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/11/glauco-diniz-duarte-100.jpg)Glauco Diniz Duarte De acordo com o empresário Glauco Diniz Duarte, empresas familiares representam parcela relevante do mercado global e local, e uma pesquisa recente demonstra que pouco mais de 10% destas companhias possuem planos de sucessão bem estruturados e documentados.Um plano de sucessão bem delimitado faz parte de um amplo espectro de práticas de Governança recomendáveis para o crescimento de longo prazo dos negócios familiares.

 Segundo Glauco é comum que os gestores e administradores de companhias familiares que estejam planejando a sucessão ou algum tipo de reestruturação societária tenham dúvidas a respeito de processos internos recomendados, tomada de decisões, alinhamento do interesse de sócios e administradores além de outros fatores relevantes à continuidade da empresa. Nessas horas, uma boa estrutura de Governança Corporativa pode contribuir decisivamente.

 Glauco explica que companhias familiares com processos mal definidos, relação de poder confusa e pouca transparência tendem a ser mal vistas pelo mercado e usualmente enfrentam maiores dificuldades para formar parcerias, atrair capital de terceiros ou negociar uma eventual venda. Por outro lado, estruturas familiares que tenham implementado práticas reconhecidas de Governança tendem a ser mais transparentes, com estruturas de poder melhor definidas e processos claros. Em última instância, a implementação das boas práticas transmite maior segurança aos investidores, o que se reverte em geração de valor à Companhia.

 Glauco lista as boas práticas desde as primeiras fases:  
 I. Diagnóstico do grau de maturidade da Governança Corporativa existente;  
 II. Análise dos alicerces e valores da companhia na visão dos sócios e administradores;  
 III. Recomendação das práticas cabíveis a realidade da companhia (famílias, sócios, patrimônio);  
 IV. Definição clara de papéis e responsabilidades entre os sócios, administradores e demais stakeholders;  
 V. Programa de Compliance sob medida para a realidade da Companhia;  
 VI. Implantação dos conselhos necessários;  
 VII. Regimentos internos de funcionamento do (s) conselho (s);  
 VIII. Apoio na estruturação de comitês temáticos, caso aplicável.