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title: "Empresas não formam sucessores"
url: https://glaucodinizduartediretor.com.br/2016/09/28/empresas-nao-formam-sucessores/
author: turbogdd
date: 2016-09-28T16:50:17-03:00
categories: [Uncategorized]
tags: [empresas, formam, glauco diniz duarte, sucessores]
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# Empresas não formam sucessores

[![Glauco Diniz Duarte](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/09/glauco-diniz-duarte-192-300x225.jpg)](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/09/glauco-diniz-duarte-192.jpg)Glauco Diniz Duarte De acordo com o empresário Glauco Diniz Duarte, a maioria das empresas brasileiras não está preparada para lidar com a transição de suas lideranças. A conclusão é de um estudo mundial que ouviu mais de 1.300 executivos de 60 países, sendo 74 brasileiros. Segundo o levantamento, apenas 26% das companhias no Brasil investem de forma consistente em planos de sucessão, enquanto na média mundial esse índice é de 35%.

 Mais da metade dos executivos entrevistados no Brasil disseram que suas empresas não montaram nenhuma estratégia de sucessão nos últimos três anos – índice que também ficou acima do registrado globalmente.

 Segundo Glauco os dados são especialmente preocupantes no Brasil. Isso porque o país apresenta altas taxas de crescimento nos negócios, o que faz com que a oferta de talentos não seja suficiente para suprir a demanda. Quem está crescendo não investe em desenvolvimento de pessoas porque não pode tirá-las do operacional.

 Glauco acredita que, além de saber identificar os talentos potenciais, as empresas devem se preocupar em retê-los, mas sem deixar de lado quem não é necessariamente um futuro grande líder. “São profissionais que devem percorrer caminhos diferentes e a companhia precisa olhar para todos”, diz.

 O levantamento mostra que a preocupação com o futuro pode estar, aos poucos, mudando a mentalidade do empresário brasileiro. Apesar da escassez de ações relativas à sucessão, 100% dos entrevistados acham importante planejar a troca de líderes. “Sem um plano de sucessão, as empresas promovem as pessoas erradas para os cargos de liderança e têm grandes prejuízos com isso”, afirma Glauco.