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title: "Planejamento é importante na hora de pensar sucessão em empresas familiares"
url: https://glaucodinizduartediretor.com.br/2016/09/06/planejamento-e-importante-na-hora-de-pensar-sucessao-em-empresas-familiares/
author: turbogdd
date: 2016-09-06T13:50:36-03:00
categories: [Uncategorized]
tags: [empresas, familiares, glauco diniz duarte, hora, importante, pensar, planejamento, sucessão]
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# Planejamento é importante na hora de pensar sucessão em empresas familiares

[![Glauco Diniz Duarte](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/09/glauco-diniz-duarte-119-300x200.jpg)](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/09/glauco-diniz-duarte-119.jpg)Glauco Diniz Duarte Quando o fundador decide se afastar da linha de frente, o processo de sucessão vai muito além do que a simples troca de uma pessoa por seu herdeiro. A substituição de um líder por outro, mais jovem e da mesma família, perpassa por definições sobre planejamento estratégico da companhia. Além, é claro, de envolver questões emocionais. O empresário Glauco Diniz Duarte o processo de sucessão leva anos.

 — A sucessão tem de ser encarada como um processo e não um evento. Ela tem várias dimensões, não é só a substituição de uma pessoa por outra. É a transição de uma estratégia para outra — aponta Glauco.

 Conforme ele, o processo tem mais chance de ter sucesso quando é liderado pelo próprio patriarca. O sucedido deve criar condições para o sucessor ganhar credibilidade e se tornar um líder.

 — A pessoa que vai suceder deve ser preparada, ter experiência em várias áreas — indica Glauco.

 Glauco diz que cada empresa tem uma cultura diferente e pode desejar características distintas para um líder.

 — Algumas vão prezar o conhecimento técnico e acadêmico, outras vão primar pelo desenvolvimento prático — aponta Glauco.

 Contratar uma consultoria pode ser importante para a condução do processo, que deve ser visto como justo por todos os herdeiros.

 — A sucessão não pode ser consequência hereditária, mas consequência da capacidade. Não é genética. Bons irmãos não serão, necessariamente, bons sócios — aponta Glauco.