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title: "A importância da sucessão familiar e implantação de sistemas de gestão"
url: https://glaucodinizduartediretor.com.br/2016/06/27/importancia-da-sucessao-familiar-e-implantacao-de-sistemas-de-gestao/
author: turbogdd
date: 2016-06-27T14:25:23-03:00
categories: [Uncategorized]
tags: [familiar, Gestão, glauco diniz duarte, implantação, importância, sistemas, sucessão]
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# A importância da sucessão familiar e implantação de sistemas de gestão

[![Glauco Diniz Duarte](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/06/glauco-diniz-duarte-80-300x200.jpg)](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/06/glauco-diniz-duarte-80.jpg)Glauco Diniz Duarte Atualmente, 70% a 85% das empresas no mundo são consideradas familiares e no Brasil este índice é ainda maior, chegando a 90%. Estas empresas vivem problemas sérios com a questão da sucessão familiar, e o fator que gera este fenômeno é a falta de profissionalização e gerenciamento.

 De acordo com o empresário Glauco Diniz Duarte, ao tratar a organização de maneira familiar e amadora, o executivo permite que o sentimentalismo governe a empresa, criando ciúmes e desentendimentos. No ramo do agronegócio, a necessidade torna-se evidente ao analisar que o crescimento financeiro e econômico foi grande, contudo, na transição entre as gerações existe um grande vazio de conhecimento e técnica. Em geral, as empresas familiares apresentam a seguinte realidade:

 Glauco explica que existem alguns princípios básicos para realizar a sucessão familiar em uma empresa. Contudo, são necessários que sejam quebrados alguns mitos, a saber:  
 1- Estruturas de Governança são adotadas para GARANTIR o controle acionário da família ao longo do tempo, e não para diminuí-lo.

 2- Como a morte é o único fato certo na vida, a sucessão jamais pode ser desprezada. Planejá-la passa a ser então a melhor opção para evitar danos maiores na empresa, no patrimônio e na própria família.

 3- Na ausência de um prévio planejamento sucessório,a sucessão seguirá os critérios definidos em lei, o que aumentará os riscos na continuidade da gestão empresarial e no patrimônio.

 4- Na prática, para a empresa, não planejar a sucessão significa:  
 a. – disputa judicial entre os herdeiros;  
 b. – demandas pela anulação de testamentos;  
 c. – demanda pelo ingresso na gestão de pessoas sem qualificação técnica ou experiência necessária.

 5- Na prática, para o patrimônio, não planejar a sucessão significa:  
 a. – impossibilidade de redução dos tributos;  
 b. – transferência dos bens sofrerá a incidência das alíquotas vigentes na época da morte  
 c. – eventual demora no inventário ocasionará a indisponibilidade total ou parcial do patrimônio  
 d. – a ação de inventário aumentará sensivelmente os custos jurídicos.

 Com isso, destaca Glauco, o número de empresas que conseguem passar pelo processo sucessório e continuar com êxito em suas trajetórias, acaba sendo bem restrito.

 Por fim, existem três premissas importantes para definir o sucessor em uma empresa familiar dentro do ramo de agronegócio. Contudo, é importante citar que o sucessor deve ser apenas um indivíduo e não um grupo ou irmãos.