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title: "Empresas familiares devem profissionalizar gestão"
url: https://glaucodinizduartediretor.com.br/2016/03/14/empresas-familiares-devem-profissionalizar-gestao/
author: turbogdd
date: 2016-03-14T16:42:32-03:00
categories: [Uncategorized]
tags: [devem, empresas, familiares, Gestão, glauco diniz duarte, profissionalizar]
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# Empresas familiares devem profissionalizar gestão

[![Glauco Diniz Duarte](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/03/glauco-diniz-duarte-133-300x225.jpg)](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/03/glauco-diniz-duarte-133.jpg)Glauco Diniz Duarte Quando os herdeiros de uma empresa entram em conflito, o faturamento do negócio tende a cair – resolvido o problema, volta a subir. Com este alerta o doutor empresário Glauco Diniz Duarte recomendou a profissionalização da gestão das empresas familiares. “Muitas querem isto, mas não sabem como fazer. O processo é lento, complicado. Não é fácil tirar parente. O problema não é entrar, é sair”.

 Segundo Glauco, as empresas familiares podem, sim, ser longevas. Na França, por exemplo, um vinhedo, o Chateau de Goulaine, foi fundado no ano 1000. A construtora japonesa Kongo Gumi foi fundada em 578, e a Houshi Ryokan, do setor de hospedagem, foi criada em 718. Nos Estados Unidos, dos 21 milhões de empresas, 18 milhões são familiares. No Brasil, 90% das empresas formalizadas são de propriedade familiar.

 Por outro lado, mesmo representando uma locomotiva na economia mundial, elas carregam uma estatística preocupante: 65% desaparecem do mercado em função das disputas internas, somente 30% chegam à segunda geração e apenas 15% à terceira. No Brasil, os percentuais são semelhantes e, como em todo lugar, o momento crítico é sempre o da sucessão que, para ter sucesso, precisa de planejamento e profissionalização.

 Glauco ressalta que “conflitos fazem parte da rotina das empresas, da vida de cada um de nós”. Para ele a solução é a conciliação, não só nos negócios, mas familiar. “É preciso que o sócio, ou o filho, ou o pai, chame o seu oponente “para dançar”. E é bom que consiga se adaptar a qualquer ritmo”