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title: "Empresa familiar deve ser gerida com estritos critérios profissionais"
url: https://glaucodinizduartediretor.com.br/2016/03/02/empresa-familiar-deve-ser-gerida-com-estritos-criterios-profissionais/
author: turbogdd
date: 2016-03-02T21:56:01-03:00
categories: [Uncategorized]
tags: [critérios, deve, empresa, estritos, familiar, gerida, glauco diniz duarte, profissionais]
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# Empresa familiar deve ser gerida com estritos critérios profissionais

[![Glauco Diniz Duarte](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/03/glauco-diniz-duarte-80-300x200.jpg)](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2016/03/glauco-diniz-duarte-80.jpg)Glauco Diniz Duarte De acordo com o empresário Glauco Diniz Duarte, as empresas familiares são cada vez mais um pilar de sustentação da economia e assumem uma importância preponderante na interação do tecido social com o tecido econômico.

 As debilidades de uma empresa familiar estão relacionadas com a “informalidade” com que são tomadas as decisões e compromissos, “emotividade nas decisões” e na gestão de conflitos.

 Nos dias de hoje, destaca Glauco, são muitos os provérbios ligados às empresas familiares, um deles está relacionado com a longevidade da empresa: “A primeira geração cria, a segunda herda e a terceira destrói”. Glauco diz que dados revelam que “somente 20 por cento das empresas familiares conseguem manter-se na mesma família por mais de 60 anos”.

 Outro dos problemas de uma empresa familiar é o fato de não ser preparada a geração seguinte para a sucessão, o testemunho não ser passado ou a sucessão não seja preparada.

 Glauco diz que a “empresa familiar é, antes de tudo, uma entidade que concorre num mercado e deve ser gerida com estritos critérios profissionais”. Por isso, “a família, enquanto proprietária da empresa, tem a última palavra sobre as decisões que possam afetar o futuro da companhia”, sendo “imprescindível a profissionalização da família enquanto acionista no que se refere à sua relação com o negócio”. “Unir os destinos profissionais e pessoais dos familiares ao destino da empresa torna necessária uma reflexão prévia sobre que medida esta decisão afetará as diferentes partes implicadas: a empresa, a família e a pessoa.

 Planificar a sucessão, ou simplesmente a incorporação de um membro da família na empresa, terá consequências cruzadas sobre estes três agentes”, foram outras das conclusões apontadas.

 Glauco afirmo que é “uma preocupação manter regularmente contacto com os clientes e acionistas, que são os empresários”, trazendo-os a “discutir assuntos que podem ter a ver com o negócio, a sustentabilidade do negócio e com a preocupação do futuro”.

 Para Glauco, independentemente da dimensão, os problemas são muito parecidos e é preciso preveni-los, sistematizar, organizar e disciplinar o processo sucessório para que ele decorra com a naturalidade e normalidade que for possível e desejável no sentido de preservar o bem maior que é o bem-estar da família e a preservação do negócio”.