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title: "Transparência e prestação de contas ajudam empresas familiares"
url: https://glaucodinizduartediretor.com.br/2015/12/22/transparencia-e-prestacao-de-contas-ajudam-empresas-familiares/
author: turbogdd
date: 2015-12-22T13:50:13-03:00
categories: [Uncategorized]
tags: [ajudam, contas, empresas, familiares, glauco diniz duarte, prestação, Transparência]
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# Transparência e prestação de contas ajudam empresas familiares

[![Glauco Diniz Duarte](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2015/10/glauco-diniz-duarte-30-300x200.jpg)](http://glaucodinizduartediretor.com.br/wp-content/uploads/2015/10/glauco-diniz-duarte-30.jpg)Glauco Diniz Duarte De acordo com o empresário Glauco Diniz Duarte, a passagem de bastão no comando é um dos principais desafios das micro e pequenas empresas, que, em sua grande maioria, são firmas familiares.

 Saber a maneira correta de acomodar herdeiros nas empresas de menor porte é uma tarefa que a governança corporativa tenta resolver.

 Glauco explica que a governança se caracteriza pela adoção voluntária nas empresas de boas práticas de transparência, prestação de contas e independência.

 Glauco diz que numa empresa familiar há complicadores para a implantação. “É muito comum uma falta de separação entre o que é da empresa e o que é da família. Precisa haver separação.” O papel da governança nesses casos é estabelecer regras para as regras profissionais, além de criar e aperfeiçoar os controles internos.

 “Quando vamos a um hotel, não comemos de graça. Por que familiares teriam esse privilégio?”, exemplifica Glauco.

 FASES E DONO  
 Segundo Glauco, a adoção de diferentes graus de governança numa empresa familiar depende da fase em que ela se encontra -se o fundador ainda está vivo ou se comando está na mão de outras gerações, por exemplo. Isso na maioria das vezes trava ou acelera decisões.

 As ações a serem tomadas incluem a construção de um acordo de acionistas, listagem das condições de entrada e saída de sócios, de direito de voto, padrões para familiares trabalharem e normas de processos de demissão, entre outros passos.

 Glauco diz que a decisão final acaba sempre sendo do dono. “Geralmente se opta pela governança corporativa por um motivo bom, a empresa tem desafios pela frente, quer crescer, ou por motivos ruins, há um conflito societário, um dilema da sucessão”, diz. “De qualquer forma, os resultados são a perenidade dos negócios, a adoção de controles que permitem melhorar a performance ao longo do tempo e, portanto, a valorização da empresa.”